Documentário discute história, evolução e popularização do vôlei no Brasil

A Era do Peixinho é um documentário independente e tem previsão de lançamento para 2018.

Em busca de distribuição para lançamento no início de 2018, o documentário independente A Era do Peixinho contextualiza a história da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), como ela cresceu ao longo das últimas décadas e como o sucesso nas quadras ajudou a popularizar o vôlei, tanto de quadra quanto o de praia, no país, principalmente em tempos em que a seleção brasileira de futebol masculina, eterna queridinha da população, andou em baixa até a Olimpíada do Rio, com derrotas vexatórias como o 7×1 para a Alemanha, durante a Copa do Mundo de Futebol realizada no Brasil, em 2014.

O longa-metragem traz em seus depoimentos as principais figuras responsáveis pela valorização e êxito do esporte no Brasil, com a melhora nas estruturas, a criação da CBV, os patrocinadores e o público. Para os responsáveis do documentário, a gestão de Carlos Arthur Nuzman na CBV, que foi de 1975 à 1995, foi o ponto de virada para a modalidade se tornar vitoriosa e também popular, sendo hoje o segundo esporte preferido entre os brasileiros, atrás apenas do futebol.

Com 27 federações filiadas e mais de 87 mil atletas cadastrados, entre vôlei de quadra e praia, a CBV é responsável pela organização de campeonatos nacionais, como a Superliga, e administra as seleções masculinas e femininas, de quadra e de praia, que já trouxeram oito medalhas de ouro nas Olimpíadas. Ao todo, entre ouro, prata e bronze, os atletas do vôlei já conquistaram 23 medalhas, sendo o esporte olímpico que mais trouxe conquistas ao Brasil.

No vôlei de quadra, a seleção masculina já trouxe várias medalhas. Na principal competição organizada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), o Brasil possui 19 medalhas, sendo nove delas de outo, seis de prata e quatro de bronze. A seleção feminina, por sua vez, é a mais vitoriosa do Grand Prix, o equivalente à Liga Mundial, com 11 medalhas de ouro, além de cinco de prata e duas de bronze.

As filmagens ocorreram entre dezembro de 2016 e neste primeiro semestre de 2017 durante a disputa da temporada 2016/2017 da Superliga, tanto feminina quanto masculina.

A obra vem num momento em que o voleibol está em alta no país. O esporte foi um sucesso na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, alcançando 46 milhões de telespectadores, de acordo com informações da GFK. Os jogos de disputas nacionais e internacionais também vêm ganhando espaço, timidamente na TV aberta (a Globo costumeiramente transmite as finais da Superliga e jogos pontuais da Liga Mundial e Grand Prix, além das Olimpíadas, enquanto a RedeTV na última temporada transmitiu partidas de toda a temporada Superliga) e com força total na TV por assinatura (em especial no SporTV, que cobre desde as duas modalidades da Superliga, os torneios internacionais de clubes e de seleções, além do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia e demais disputas internacionais de relevância).

Por conta dessa vasta história e a falta de material fora reportagens jornalísticas é que o documentário vem à tona. A direção e produção é de Bruna Bittencourt. A equipe é formada por Gustavo Zampoli (assistente de produção e direção geral), Gabriel Rinaldi (diretor de fotografia), Yara Oliveira (diretora de arte) e Bruno Felix (designer de som), além de outros profissionais.

Para saber mais detalhes sobre o documentário, acesse o site oficial do filme clicando aqui.

Por Rodrigo Ramos

 

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