Os Piores Filmes de Super-Heróis de Todos os Tempos

Os 15 longas-metragens que tentaram matar o gênero na telona

Vivemos um dos melhores momentos da vida para ser nerd. Aqueles que tinham que ler seu gibi lá no canto da sala, meio que escondido, hoje pode se orgulhar por saber quem são todos os super-heróis e seus vilões. A partir dos anos 2000 é que tivemos a proliferação desses filmes, tendo seu auge nos últimos 10 anos com a trilogia Batman, de Christopher Nolan, e o Universo Cinematográfico da Marvel, dando início a um gênero em específico. Apesar de muitos acertos, há várias bolas foras, tentativas falhas e erros imperdoáveis nas telonas ao longo do tempo. O Previamente elegeu os 15 piores filmes de super-heróis de todos os tempos para relembrá-los do que já tivemos de assistir de pior do gênero nos últimos 32 anos de história cinematográfica.

15. Quarteto Fantástico (Fantastic Four, 2005)

Direção: Tim Story
Elenco: Ioan Gruffudd, Jessica Alba, Michael Chiklis, Chris Evans, Julian McMahon

Nem todo mundo tem um passado glorioso. O atual Capitão América da Marvel nos cinemas já fez pérolas como Não é Mais Um Besteirol Americano e os dois filmes do Quarteto Fantástico, dirigidos pelo diretor de Táxi, aquela comédia medíocre com Queen Latifah, Jimmy Fallon (ainda bem que você ficou só na TV mesmo, né amigo) e uma ponta de Gisele Bundchen. Não só Chris Evans, mas todos encontram-se em situações desconfortáveis em Quarteto Fantástico. Onde estava a cabeça da Fox ao fazer esse longa na maneira em que foi entregue? O desenvolvimento dos personagens é de chorar, enquanto a trama não passa de boba e infantil. O segundo é um pouquinho menos pior, mas por pouco não faz companhia ao seu antecessor nessa lista.

Fox
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14. O Último Mestre do Ar (The Last Airbender, 2010)

Direção: M. Night Shyamalan
Elenco: Noah Ringer, Dev Patel, Nicola Peltz, Jackson Rathbone

Se um dia Shyamalan se mostrara promissor, não demorou muito para provar-se bem menos do que qualquer um esperava. Em O Último Mestre do Ar ele resolve assumir uma franquia baseada em Avatar, aquele desenho da Nickelodeon que tem uma galera que adora. A adoração dos fãs da animação não foi o bastante – até porque nem eles gostaram. É basicamente o que fizeram com Dragon Ball. Pegaram personagens orientais e os tornaram em caucasianos, transformando a trama da série em algo confuso, sem muito pé nem cabeça, com atores inexpressivos e uma condução burocrática, transformando esta adaptação super-heroica em um fracasso completo.

Paramount
Paramount

13. Blade: Trinity (2004)

Direção: David S. Goyer
Elenco: Wesley Snipes, Ryan Reynolds, Jessica Biel

Se Blade: O Caçador de Vampiros, lá em 1998, foi muito importante para a ressurreição do gênero dos super-heróis nas telonas, Blade Trinity tenta repetir a fórmula dos seus antecessores, mas faz isso mal. Pior ainda, ele aumenta o número de protagonistas. Isso não seria problema se as adições não fossem Ryan Reynolds e Jessica Biel, dois atores que eu ainda me pergunto como não sucumbiram com o tempo em Hollywood e desapareceram. Unidos, a trindade aí enfrenta Drácula. E o resultado final é desprezível. Nem parece que isso foi feito pelo mesmo roteirista da trilogia Batman, de Christopher Nolan. Blade não merecia um desfecho assim nos cinemas.

New Line
New Line

12. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (The Amazing Spider-Man 2, 2014)

Direção: Mark Webb
Elenco: Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx, Dane DeHaan, Sally Field, Paul Giamatti, Felicity Jones, Cold Feore, Campbell Scott, B.J. Novak

Mais emails da Sony Pictures vazaram e um dos conteúdos dessa leva se trata do estúdio consultando Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, para ver o que ele achava do filme e Feige deu suas impressões, que deixo aqui para traduzir o que acho deste longa. Sobre as questões pontuais dos vilões, a história de Harry deveria vir em primeiro lugar, a caracterização de Paul Giamatti é “cartunesca demais” e Electro parece “complemente louco e difícil de gerar empatia” na cena ocorrida em seu apartamento. “Há tramas paralelas demais e precisamos escolher quais enfocar e deixar as outras; daria para reduzir o arco do pai de Peter a [estação com o laboratório secreto] Roosevelt? Eu não acho que Peter mentiria para Gwen sobre as sirenes das viaturas; talvez ele só minimize as sirenes. E a relação dos dois tem muito vai-e-volta. Daria pra refazer a cena em Chinatown para não parecer tão repetitivo com a separação deles no filme anterior? Daria para Peter ser mais honrado e decidido e menos vacilante? Precisamos mesmo que um ano inteiro se passe [entre os filmes]? A atuação de Andrew  é exagerada. Muito choro e muitas manias. É difícil segui-lo emocionalmente às vezes. Isso diminui a reação dele à morte da Gwen, porque ele fica aborrecido e emotivo o tempo inteiro. Não estou certo de que seja verdade aquilo que Peter aprende em Roosevelt. Acabamos distraídos pela ideia de Peter se tornar Homem-Aranha por causa do sangue do pai dele. Toda essa trama do pai supercientista vai contra a ideia de que Peter é um moleque normal do Queens que se torna o maior super-herói do mundo”.

Sony Pictures
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11. O Justiceiro (The Punisher, 2004)

Direção: Jonathan Hensleigh
Elenco: Thomas Jane, John Travolta

Para cada cinco adaptações decentes nos anos 00, vinham umas 10 que não valem o orçamento do estúdio. O Justiceiro é um desses casos. Até agora, nenhuma adaptação fez jus ao anti-herói – não que seja um personagem lá muito memorável, mas Deadpool não é também e todo mundo quer um filme dele. Enfim. Nesta história de origem do personagem, Frank Castel (Thomas Jane) é um agente do FBI que tem esposa e filho mortos pelo vilão interpretado por John Travolta. De alguma forma, conseguem transformar isso em um longa genérico de vingança de Steven Seagal ou de Liam Neeson, preguiçoso em todos os sentidos, sendo possível notar a falta de vontade de atuação de todos os atores em cena.

Sony Pictures
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10. Superman III (1983)

Direção: Richard Lester
Elenco: Christopher Reeve, Richard Pryor, Margot Kidder, Jackie Cooper, Annette O’Toole

Pobre, Clark Kent. Com a saída de Richard Donner da direção, a saga do Homem de Aço começou a ir ladeira abaixo a partir deste longa. Por algum motivo completamente incompreensível, resolveram que seria uma boa ideia transformar um filme do Superman em comédia. Tudo começa a ficar vergonhoso, mas ao menos Christopher Reeve ainda consegue dar algum brilho à película interpretando o bom e o mal Superman. Fora isso, nada resta.

Warner Bros
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9. O Fantasma (The Phantom, 1996)

Direção: Simon Wincer
Elenco: Billy Zane, Treat Williams, Catherine Zeta-Jones, Kristy Swanson, James Remar

Por mais que você tente crer que um cara de colante roxo e máscara preta, que vive na floresta e tem como princípio protegê-la pode ser algo crível, o que a princípio já não é, tudo piora quando seus ajudantes são um lobo e um cavalo. A tentativa de fazer desse herói da década de 30 se transformar num personagem crível vai por água abaixo quando se tem um roteiro ruim, que tenta claramente imitar Indiana Jones, mas não chega perto do sucesso de Steven Spielberg. Os diálogos são sofríveis e Billy Zane, apesar de tentar, acaba passando vergonha sem precedentes.

Paramount
Paramount

8. Aço (Steel, 1997)

Direção: Kenneth Johnson
Elenco: Shaquille O’Neal, Annabeth Gish, Judd Nelson

Vou resumir pra vocês: Shaquille O’Neal atuando. Pronto. Só isso deveria bastar.

Warner Bros
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7. Superman IV: Em Busca da Paz (Superman IV: The Quest For Peace, 1987)

Direção: Sidney J. Furie
Elenco: Christopher Reeve, Gene Hackman, Margot Kidder, Jackie Cooper, Jon Cryer

Nada é tão ruim que não possa piorar. Entre um filme e outro, houve quatro anos. E, ainda assim, o tempo não foi o suficiente para os realizadores refletirem e perceberem a mancada que cometeram em Superman III. Não obstante, a Warner foi adiante e fez um trabalho desinteressante, com um plot péssimo, efeitos especiais terríveis (houve um grande corte de orçamento no meio da produção) e atuações fraquíssimas, até mesmo do saudoso Reeve. O longa matou a franquia no cinema por muitos anos e quase sepultou o gênero de super-heróis na telona.

Warner Bros
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6. Elektra (2005)

Direção: Rob Bowman
Elenco: Jennifer Garner, Goran Visnjic, Will Yun Lee, Terence Stamp

Como se já não bastasse a falha cinematográfica que fora Demolidor – O Homem Sem Medo, a Fox achou que seria uma boa ideia fazer um spin-off, mas que não fosse continuação e nem prelúdio (???), mas uma história totalmente independente e sem conexão com Demolidor (???). Elektra, vivida pela sra. Ben Affleck, Jennifer Garner, é uma super assassina ninja, que ganhou a tarefa de matar um homem e sua filha, mas ela se envolve emocionalmente (aff) e resolve contrariar seus chefes, ficando do lado dos seus alvos. Garner pode até ser bonita e ter sido bem coreografada, porém nada pode convencer o público de que ela é essa assassina de sangue frio, ainda mais quando ela se apresenta sensível diante de dois estranhos. O plot é péssimo e fica difícil se relacionar com qualquer personagem. Um desperdício de dinheiro e fracasso de bilheteria, o que, felizmente, trouxe o universo do Demolidor de volta pra Marvel.

Fox
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5. The Spirit: O Filme (The Spirit, 2008)

Direção: Frank Miller
Elenco: Gabriel Macht, Samuel L. Jackson, Scarlett Johansson, Eva Mendes, Jaime King, Sarah Paulson

Quando Frank Miller percebeu que era possível fazer uma HQ ganhar vida de forma literal das páginas direto para a tela, como fez junto de Robert Rodriguez em Sin City – A Cidade do Pecado, o gênio das graphic novels decidiu que deveria tentar ser diretor solo e fazer algo parecido com que havia sido realizado em Sin City. O problema é que Miller faz tudo errado. O visual, na verdade, é o que há de melhor no longa. Há cenas belíssimas em termos visuais, mas o que importa é o conteúdo, e neste caso é um lixo. Miller não acerta em nada. A direção dos atores é terrível – dá pena de ver bons atores como Scarlett Johansson e Samuel L. Jackson, hoje parceiros de Marvel, passando vergonha com falas que parecem saídas de um roteiro indie na primeira rodada da aula de cinema. O mal gosto contagia não só nos diálogos, mas nas situações horrendas, uma mistura falha de filme noir com a série de TV do Batman dos anos 60. The Spirit é o delírio do rápido sucesso de Miller como diretor, o que acabou rapidamente após o lançamento dessa bomba. Não adianta, o cinema não é pra você, Frank.

Sony Pictures
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4. X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine, 2009)

Direção: Gavin Hood
Elenco: Hugh Jackman, Liev Schreiber, Danny Huston, Ryan Reynolds, Will.I.Am, Lynn Collins, Kevin Durand, Dominic Monaghan, Taylor Kitsch

Se a trilogia original de X-Men não terminou de maneira tão satisfatória em O Confronto Final, esperava-se mais do mundo dos mutantes nesta incursão do passado de Wolverine às telonas. O grande problema é que tudo está errado. É incrível como o cinema consegue transformar um personagem feroz e selvagem como Wolverine em uma pessoa traumatizada e que se apaixona com tanta facilidade. Novamente, tentam usar a ideia de Stryker como antagonista mor do protagonista. Como se a trama já não fosse clichê para o próprio mundo dos X-Men na tela grande, por algum motivo, que nunca vamos entender, ficam enfiando mutantes a cada cena, como se fosse necessário a proliferação. E, por sinal, as inclusões são detestáveis. Ninguém convence, seja Gambit (Taylor Kitsch) ou Deadpool (Ryan Reynolds, estragando mais um filme de super-herói – isso não pode ser coincidência). Os efeitos especiais, que geralmente são os atrativos desse tipo de produção, também deixam o longa com clima de filme B. Mas o pior de tudo fica para o final. Sério mesmo que a perda de memória de Wolverine é dada por conta de um tiro na cabeça? Hollywood, você é melhor do que isso. É lamentável ver Hugh Jackman, que sempre se entrega ao personagem, passando por situações constrangedoras como as encontradas nesta película. De tão ruim que é, quando a Fox fez Wolverine: Imortal, em 2013, os envolvidos fizeram questão de ressaltar que não se tratava de uma continuação de X-Men Origens: Wolverine. Não dá para dizer que não se tirou algo de bom de tudo isso. Antes de mostrar-se esse crime contra o cinema, a Fox cogitava fazer uma série de filmes de origens dos mutantes, como Magneto e o próprio Deadpool. Ufa! Foi por pouco.

X-Men Origins Wolverine
Fox

3. Mulher-Gato (Catwoman, 2004)

Direção: Pitof
Elenco: Halle Berry, Sharon Stone, Benjamin Brett

Depois de ter deixado Joel Schumacher destruir Batman na telona, a Warner achou, por algum motivo, que seria uma boa ideia fazer o que a Fox fez com Elektra – criar um spin-off de Batman, com uma vilã, não tendo conexão nenhuma com os outros filmes lançados anteriormente e nem o futuro (Batman Begins, que estreou no ano seguinte), e ainda por cima reinventando a própria personagem, incluindo a sua persona – a Mulher-Gato aqui não é Selina Kyle, e sim Patience Phillips. Este filme é uma atrocidade ao gênero e também à imagem do Homem Morcego. A trama é risível por si só, com uma protagonista ridícula, um interesse romântico desinteressante, além de a pior vilã da história dos filmes de super-heróis, interpretada por Sharon Stone, em um papel cômico. O filme todo é uma comédia involuntária, se encaixando em um daqueles casos em que é melhor rir para não chorar.

Warner Bros
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2. Lanterna Verde (Green Lantern, 2011)

Direção: Martin Campbell
Elenco: Ryan Reynolds, Blake Lively, Peter Sarsgaard, Mark Strong, Tim Robbins, Angela Bassett

Todo bom super-herói tem essas coisinhas em comum: ele precisa sofrer, passar por provações, e provar-se digno de seu poder – lembrando, sempre, que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades, como já diria o saudoso Tio Ben. Em Lanterna Verde, o piloto Hal Jordan, interpretado por Ryan Reynolds, não tem nada disso. Ele é escolhido para ter o anel do poder dos lanternas verdes aleatoriamente e em momento algum ele mostra-se digno da tarefa a que é designado – se é que existe uma, já que ela não fica clara em momento algum no longa-metragem. Se esse anel funcionasse da mesma maneira que opera o martelo de Thor, Jordan jamais conseguiria usá-lo. Se o protagonista é vazio, não queira nem saber seu interesse amoroso, interpretado pela porta chamada Blake Lively. Lanterna Verde é ruim, em suma, por não ter por trás e à frente de sua produção pessoas que se importem com os personagens e com a história. A ideia parece tratar de um herói genérico, com motivações tolas, vilões meia-bocas e bons efeitos especiais, acreditando que isso traria dinheiro fácil. Felizmente, às vezes o público acaba boicotando produções mercenárias e desalmadas como essa e os estúdios são obrigados a repensar o que estão fazendo.

Warner Bros
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1. Batman & Robin (1997)

Direção: Joel Schumacher
Elenco: Arnold Schwarzenegger, George Clooney, Chris O’Donnell, Uma Thurman, Alicia Silverstone, Michael Gough, Pat Hingle

Com tantas décadas de super-heróis nas telonas, ainda é difícil bater o que foi o fracasso de Batman & Robin. Fracasso no sentido do resultado final do produto vendido pela Warner. Joel Schumacher, um ótimo diretor na verdade, resolveu desbaratinar quando foi chamado para dirigir dois longas-metragens do Homem Morcego. Deu-se início ao estilo carnavalesco com Batman Eternamente, que ainda era mais contido e contava com a loucura dos seus personagens para dar algum vislumbre de qualidade. Com o aval para fazer o que desejasse, Schumacher transformou Batman & Robin em seu carnaval utópico, seja em vestuário, em cenários ou em aparatos eletrônicos. Esse cara inventou o close não só no peitoral mas também na bunda dos heróis, além de mamilos nas roupas! Ele criou o bat-cartão de crédito! Quem sabe fosse uma homenagem à série dos anos 60, mas fica feio, amigo. A trama não faz sentido algum – basicamente, consiste em Batman e Robin tendo uma briga de casal, enquanto a Batgirl aparece para criar altas confusões! Em outra vertente, Hera Venenosa e Mr. Freeze, por algum motivo incerto, juntam forças para… congelar Gotham??? Até Pinky e Cérebro são mais ambiciosos e espertos. O tipo de tridimensionalidade desses vilões equivalem a Electro, de O Espetacular Homem-Aranha 2, para se ter uma referência mais recente. Como um todo, o filme é ridículo e depreciativo. Como comédia involuntária, é fantástica. Não há como levar essa produção a sério e por isso mesmo que a Warner ficou embaraçada por ter cometido essa obra e ficou com o Homem Morcego por oito anos na geladeira. O longa-metragem quase pôs em risco o gênero de super-herói nas telonas – lembrem-se que Superman IV por pouco não fez o mesmo. Felizmente, houve produtoras e criadores que apostaram nos anos seguintes em produções baseadas em HQs, a exemplo de Blade: O Caçador de Vampiros, X-Men: O Filme e Homem-Aranha, os responsáveis por ressuscitarem o gênero. Agradeço todos os dias por Batman & Robin ter sido um fracasso generalizado e não termos que aturar (ainda) mais heróis unidimensionais nos cinemas.

Warner Bros
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Vale lembrar ainda algumas outras produções que merecem nossa menção honrosa, só para você perceber como há adaptações ruins por aí e como foi difícil selecionar apenas 15 na lista principal para comentarmos.

– Demolidor – O Homem Sem Medo (Daredevil, 2003)
– Jonah Hex (2010)
– Homem-Aranha 3 (Spider-Man 3, 2007)
– Batman Eternamente (Batman Forever, 1995)
– O Besouro Verde (The Green Hornet, 2011)
– Homem de Aço (Man of Steel, 2013)
– Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider, 2007)
– Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (Ghost Rider: Spirit of Vengeance, 2011)
– Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (Fantastic Four and the Silver Surfer, 2007)
– Spawn – O Soldado do Inferno (Spawn, 1997)
– Todos os filmes das Tartarugas Ninjas

Por Rodrigo Ramos
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4 comentários em “Os Piores Filmes de Super-Heróis de Todos os Tempos”

  1. Po amigo voce pode ate ser contra mais o homem de aço e menos pior do que supermam o retorno esse merecia estar na lista e o motoqueiro fantasma espirito de vingança tambem pelo menos aparece como nos quadrinhos.

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