Melhores Clipes de 2020

Beyoncé, Lady Gaga, The Weeknd, Miley Cyrus, BTS e BLACKPINK estão na lista dos principais MVs do ano.

Começando as celebrações de fim de ano, o Previamente divulga a lista de melhores clipes de 2020. Sim, temos plena ciência de que o ano foi bastante árduo, deprimente, trágico, contudo, que belo ano para a música, não é?! Algo de bom precisávamos ter. E se a música foi muito bem, obrigado, os videoclipes acompanharam. Tanto é que listamos 40 videoclipes marcantes — e poderíamos ter outros 40, tranquilamente, no entanto o editor deste sítio online tem vida pessoal também.

Fazendo justiça que certas premiações não fizeram e mostrando que majestades do pop não perdem a coroa, aqui está a nossa lista dos melhores MVs de 2020.

Nota: a afirmação anterior é subjetiva, pois, é claro, não assistimos a todos os videoclipes lançados ao longo do ano, mas tentamos.

Confira nosso ranking abaixo.

40. Pabllo Vittar feat. Pocah — Bandida

Direção: Pabllo Vittar & Flávio Verne

Bad Bunny pode até tentar causar se montando prum videoclipe, mas nada cria tanto impacto quanto uma drag queen assumida/homem gay manter-se o artista brasileiro mais relevante desde 2017. Pabllo continua sofrendo homofobia da indústria (como o YouTube impedindo seu vídeo de estar na lista dos vídeos em alta e até impondo classificação etária para maiores em outro) e, mesmo assim, segue firme, continua seu trabalho e mantém-se no seu auge criativo, sem deixar as raízes brasileiras para trás (sample de MC Mayara, quer algo mais icônico do que isso?).

39. Miley Cyrus feat. Dua Lipa — Prisoner

Direção: Alana O’Herlihy & Miley Cyrus

The_Runaways_-_Cherry_Bomb.mp4

38. Cardi B feat. Megan Thee Stallion — WAP

Direção: Colin Tilley

Prêmio Tik Tok do ano.

Além disso, parabéns aos envolvidos na composição por passarem uma música inteira falando de ****** molhada sem uma palavra sequer ser censurada.

37. Tove Lo feat. MC Zaac — Are U gonna tell her?

Direção: Alaska

Melhor clipe gringo estrelando brasileiros.

E vale ressaltar: ninguém rebola tão bem quanto brasileiro, né?

36. Tame Impala — Lost in Yesterday

Direção: Terri Timely

Lembram quando era possível promover festas de casamento? Sem querer, lá no começo do ano, Tame Impala fez um vídeo que celebra as mudanças do tempo através de celebrações matrimoniais.

35. Beyoncé feat. Shatta Wale and Major Lazer — Already

Direção: Beyoncé

Beyoncé.

É isto.

34. The Weeknd — Blinding Lights

Direção: Anton Tammi

Maior hit do ano não tem sequer o melhor clipe da sua própria era. Ainda assim, sua vibe caótica, psicodelismo, com referências que vão de Michael Jackson a Coringa, são marcantes o suficiente para figurar nesta lista.

33. Doja Cat — Say So

Direção: Hannah Lux Davis

A estética anos 70 que vai ao encontro das referências musicais da canção formam um casamento perfeito. Inclusive, é daqueles casos de clipe que dialoga com o single que o embala.

32. FKA Twigs — sad day

Direção: Hiro Murai

Prêmio de melhor plot twist em um videoclipe em 2020.

31. BLACKPINK & Selena Gomez — Ice Cream

Direção: Seo Hyun-seung

Se a música não fica a altura do grupo que hoje é o BLACKPINK, o videoclipe compensa. O vídeo é de encher os olhos, especialmente levando em consideração que a Selena Gomez definitivamente não estava no mesmo set, o que só torna a composição visual ainda mais invejável.

30. The Weeknd — Too Late

Direção: Cliqua

Se “Blinding Lights” e “In Your Eyes” já não eram bizarros o suficiente, Abel chega ao ápice da sua excentricidade na era After Hours com “Too Late”, um vídeo do qual não tem como ser exatamente o que você espera. Recomendo assistir com cautela, pois o choque pode ser grande.

29. Manu Gavassi & Gloria Groove — Deve Ser Horrível Dormir Sem Mim

Direção: Manu Gavassi

A ex-BBB Manu Gavassi prova com “Deve Ser Horrível Dormir Sem Mim” que não será submetida à maldição do ostracismo dos participantes do reality show. No videoclipe, ela prova ter apuro estético, timing cômico, boas ideias e capacidade de execução. A música é boa, sim, mas o vídeo é o que eleva o single ao patamar de notoriedade que atingiu em 2020.

28. Phoebe Bridgers — Kyoto

Direção: Nina Ljeti

Prêmio melhor clipe de karaokê.

27. REI AMI — DICTATOR

Direção: Alex Cook

REI AMI vai aos dois extremos. De sexy dominatrix à faceta mais sensível e vulnerável. E, de alguma forma, os dois lados dialogam em uma conexão bastante profunda e que revelam o âmago do ser humano.

26. Julia Stone – Dance

Direção: Jessie Hill

Susan Sarandon & Danny Glover dançando. Isso basta.

25. ROSALÍA & Travis Scott — TKN

Direção: CANADA

Mary Poppins espanhola, ROSALÍA põe a criançada sob sua tutela pra dançar.

24. Taylor Swift — The Man

Direção: Taylor Swift

Taylor Swift correu o risco de soar exagerada demais com o clipe de “The Man”, mas ela acerta o tom entre o deboche e a crítica social. Talvez a parte mais real de todas seja quando “o cara” leva a filha para o parque, ou seja, faça o mínimo como um pai, e sai aclamado como o pai do ano. O vídeo é divertido o suficiente, mas fica ainda melhor quando você descobre que o protagonista do clipe é a própria Taylor debaixo de muita maquiagem.

23. Fontaines D.C. — A Hero’s Death

Direção: Hugh Mulhern

Prêmio de melhor clipe que se assemelha com um episódio de The Twilight Zone, mas poderia também ter saído do mundo de David Lynch.

22. Run the Jewels feat. Greg Nice & DJ Premier — Ooh LA LA

Direção: Brian & Vanessa Beletic

Run The Jewels idealiza um mundo onde o sistema monetário não tem relevância, onde não há construções sociais, onde todos são iguais e podem sair às ruas para celebrar a vida. Que belo mundo seria.

21. Rina Sawayama — Real Friend

Direção: Ali Kurr

Clube da Luta em menos de quatro minutos.

Ah, e é a música do ano.

20. Chloe & Halle — Do It

Direção: C Prinz

Em sua nova era, a dupla Chloe x Halle decidiu que iria planejar tudo milimetricamente. Não houve apresentação em 2020 das meninas que não fosse menos do que impecável. O mesmo é possível dizer dos videoclipes. No clipe do principal single do álbum Ungodly Hour, “Do It”, Chloe e Halle empregam uma visão muito clara do que querem. Em muitos sentidos, é o clipe perfeito. Elas entregam visuais, coreografias e performances como se o que fizessem fosse fácil. Elas ainda serão gigantes na indústria. Aguardem.

19. HAIM — Don’t Wanna

Direção: Jake Schreier

Melhor clipe das irmãs HAIM caminhando do ano.

18. Residente — Antes Que el Mundo Se Acabe

Direção: René Pérez

Relativamente simples, o videoclipe é uma coleção de beijos ao redor do planeta. Em um ano em que praticamos o distanciamento social e tivemos de ficar longe de várias pessoas que amamos, nada mais belo do que prestar homenagem ao amor através deste ato antes que o mundo se acabe.

17. Tennis — Need Your Love

Direção: Luca Venter

Tem o visual. Tem a vibe. Tem a sonoridade. Tem o cabelo dos anos 70. Mas não é. Porém, de certa forma, quem dera fosse. Não deve nada para os clipes do ABBA.

16. Aly & AJ — Attack of Panic

Direção: Stephen Ringer

Neste retorno abaixo do radar, a dupla Aly & AJ (quem lembra dos tempos da Disney?) entrega uma música e um vídeo hipnóticos, capturando a sensualidade, a beleza e o mistério de Berlim. Deu até uma saudade de assistir Atômica e ouvir David Bowie.

15. Rina Sawayama — XS

Direção: Ali Kurr

Se a letra de “XS” já faz um grande trabalho ao criticar, de maneira bem humorada, o desejo de se ter cada vez mais acesso ao se atingir o sucesso (ou algum sucesso), o videoclipe dirigido por Ali Kurr (também responsável pelo vídeo de “Real Friend”) abusa dos surtos visuais e do jeito excêntrico de Rina para traduzir a canção para a tela. O modo escolhido é bastante simbólico: comercializar o acesso tão cobiçado em programa de vendas televisivo ao estilo Shoptime.

14. Lady Gaga with Ariana Grande — Rain On Me

Direção: Robert Rodriguez

O poder de um clipe verdadeiramente pop. “Rain On Me” é o retorno definitivo de Gaga ao estilo que a consagrou e o faz da melhor maneira possível. Num featuring não exatamente óbvio — Ariana Grande, afinal, há tempos não está na mesma vertente musical de Gaga –, a vencedora do Oscar traz uma música pop contagiante, que abaixo da superfície carrega dor e traz um significado bastante pessoal para ela. Além disso, com a direção de Robert Rodriguez, ela celebra com gosto esse retorno triunfante, sem medo de parecer brega, com coreografias caprichadas, efeitos visuais que lembram a própria filmografia infantil do diretor e visuais icônicos. Basicamente, uma explosão pop. Era o que a gente sabia que Gaga poderia entregar e finalmente, após anos focada em outros ares, ela volta a entregar.

13. Dua Lipa — Break My Heart

Direção: Henry Scholfield

Na era de Future Nostalgia, Dua Lipa não errou em nenhum videoclipe. Servindo conceito, coesão e aclamação, “Break My Heart” é o vídeo de maior destaque dessa leva.

12. Alanis Morissette — Ablaze

Direção: Erin Elders

A canadense Alanis Morissette passou oito anos sem lançar um álbum de inéditas. O motivo? Resolveu deixar a carreira musical um pouco de lado para se focar na família. Neste tempo, foram três filhos. No disco Such Pretty Forks in the Road, lançado em 2020 após o longo hiato, a cantora, entre outras coisas, presta homenagem àqueles que são sua razão de viver. Unindo música e o fato de estarmos em meio de uma pandemia, ela encontra uma ótima justificativa para criar “Ablaze”, uma declaração de amor aos filhos. O resultado não é meramente fofo. O vídeo é bastante inspirado e mostra uma Alanis que encontrou o equilíbrio entre a mamãe coruja e a artista de mão cheia que sabemos que ela é.

11. Kylie Minogue — Say Something

Direção: Sophie Muller

De volta à sua zona de conforto, a australiana Kylie Minogue entrega seu melhor álbum em 10 anos. Talvez a mudança de gravadora tenha lhe feito bem. O fato é que tudo em torno de DISCO é sinônimo de excelência. O videoclipe da música carro-chefe do álbum, “Say Something”, não decepciona. Se o single em si transporta o ouvinte para outro plano, o vídeo caminha ao lado deste conceito, sendo uma viagem estelar e um deleite visual.

10. Miley Cyrus — Midnight Sky

Direção: Miley Cyrus

Como é bom ver uma artista feliz consigo e com o próprio trabalho, não é? Após tanto enrolar e descartar um álbum inteiro porque não se enxergava mais no material concebido, a ex-Hannah Montana entregou sua nova fase com direito a mullets (sim, ela os trouxe de volta à moda, para o bem e para o mal), puxada mais para o rock do que o pop. “Midnight Sky” é o pontapé desta era, cujo controle criativo é todo de Cyrus, inclusive do próprio videoclipe, que ela mesmo dirige. O clipe não é ótimo só porque é esteticamente bonito e com direção segura, mas o que chama a atenção no vídeo é a leveza da cantora de estar sendo quem verdadeiramente é, gostando realmente do que está produzindo. Mesmo em meio à pandemia, Cyrus performou do jeito de pôde a música de trabalho por aí, só reforçando o quão comprometida estava com sua arte desta vez. Em sua fase roqueira, não fica devendo pra ninguém, inclusive Stevie Nicks — não por acaso, elas cantam juntas em um mash-up do single para o álbum Plastic Hearts.

9. Lauv — Modern Loneliness

Direção: Jason Lester

De maneira comovente e verossímil, Lauv transforma a experiência da solidão moderna, especialmente em plena pandemia, por meio da tela do celular. Brilhante!

8. Jessie Ware — What’s Your Pleasure?

Direção: Vicky Lawton

Ao nos questionar do que gostamos no videoclipe de “What’s Your Pleasure?”, Jessie Ware nos deixa com tesão nos mesmos níveis atingidos por clipes como “Freedom! ’90” de George Michael e “Justify My Love” de Madonna. Definitivamente ela está em boa companhia.

7. Christine and the Queens — La vita nuova

Direção: Colin Solal Cardo

Entre muita dança, caretas (não é uma crítica, ok?) e sangue, Christine and the Queens entrega o melhor curta-metragem musical do ano.

6. BTS — Black Swan

Direção: YongSeok Choi (Lumpens)

O BTS é um mega grupo internacional. Após emplacar três #1 na principal parada da Billboard nos EUA em 2020, sendo uma dessas faixas inteiramente em coreano (um feito e tanto), não há mais volta. É o auge da popularidade do grupo. Os videoclipes e as apresentações são cada vez maiores. Onde o grupo irá parar? O vídeo de “Black Swan”, lançado em março, vai contra essa maré de mega produção e fisga justamente pelo aspecto introspectivo, seja da execução do vídeo, como da canção.

Filmado no belíssimo Los Angeles Theatre, o clipe captura a performance artística dos rapazes diante de uma plateia vazia. Ancorado na capacidade quase sobre-humana dos integrantes de dançarem, “Black Swan” é uma reflexão sobre o lugar do grupo em Hollywood e no mundo, e questiona o sentido dessa fama e dos anseios individuais deles. É a busca pela entrega perfeita, porém é justo se perguntar qual é o limite dessa entrega e o quanto a arte é mais importante do que o lado pessoal de cada um deles. Afinal, qual é o preço que eles pagam, particularmente, por serem o maior grupo musical do planeta? A música se chama “Cisne Negro” não por acaso, presumo.

5. The Weeknd — In Your Eyes

Direção: Anton Tammi

Em cada clipe da era After Hours, nosso querido Abel parece se arriscar num tom diferente. As escolhas costumam ser bastante inspiradas — motivo pelo qual há três desses vídeos nesta lista. Contudo, o que mais me agrada é este. Invocando o subgênero do terror slasher, Abel se transforma em um assassino perturbado atrás da sua vítima potencial. Por oras, o clipe é deveras assustador e pode lhe despertar ansiedade, mas a conclusão dele é inesperada e galhofa no melhor estilo do subgênero. Puro suco do entretenimento. Uma pena que só o Grammy não entendeu o conceito.

4. Lady Gaga — 911

Direção: Tarsem Singh

Com Chromatica, Lady Gaga fez, talvez, seu álbum mais pessoal, mas o disfarçou como um disco puramente dançante. É o conceito de chorar rebolando. “911” é um delicioso bate-estaca, no entanto evidencia em sua letra uma pessoa bastante fragilizada, sofrendo de problemas mentais e usuária de antipsicóticos por trás daquela composição. Conhecendo melhor do que ninguém sua arte, ela usa o batidão para servir de trilha para um clipe que faz referência visual direta ao filme soviético A Cor da Romã (1969), mas encontra no meio disso maneiras de inserir outros símbolos que remetem ao verdadeiro drama, que acaba sendo revelado ao final do videoclipe. Aqui, Gaga mostra-se capaz de entreter o público em geral com o que está na superfície, mas traz dentro de sua obra algo mais profundo do que aparenta à primeira vista. E é aí que se prova, mais uma vez, uma das grandes artistas da atualidade.

3. Harry Styles — Watermelon Sugar

Direção: Bradley & Pablo

Neste ano desgraçado em que se tornou impossível tocar o próximo, o videoclipe de “Watermelon Sugar” pode até parecer maldoso com o que faz, mas no fim é uma bela homenagem ao toque e, de certa forma, acaba servindo de reflexão para como damos pouco valor às coisas mais simples da vida e hoje estamos aqui limitados graças àquele vírus f**** ** ****. Da música ao clipe, “Watermelon Sugar” simplesmente te dá vontade de ser feliz. Quem sabe em 2021 seja possível.

2. Anderson .Paak — Lockdown

Direção: Dave Meyers

A pandemia da Covid-19 evidenciou a desigualdade social e o racismo. À comunidade negra, nenhuma novidade. Porém, é notório que mesmo durante a crise sanitária mundial a carne preta foi a maior vítima, seja da doença em si quanto da brutalidade policial. Em “Lockdown”, Anderson .Paak ilustra a ressaca moral dos negros nos EUA — mas também presente no Brasil e em outros locais do planeta — em plena pandemia, com a ebulição do movimento Black Lives Matter e sendo vítimas de violência oriunda do próprio Estado, que é quem deveria protegê-los.

1. Beyoncé feat. Blue Ivy, SAINt JHN and WizKid — Brown Skin Girl

Direção: Beyoncé & Jenn Nkiru

O filme Black is King, dirigido por Beyoncé, é um conjunto de videoclipes que dialogam melhor entre eles do que em Lemonade, que também partia desse conceito. No filme, Beyoncé exalta a cultura negra e toda sua pluralidade, das raízes até a atualidade. A artista tem êxito em transformar cada frame em uma espécie de obra de arte. Entretanto, essa virtude alcançada em Black is King encontra um elemento que eleva o trabalho ao seu maior pico durante o segmento da música “BROWN SKIN GIRL”: coração.

No videoclipe, a representatividade e diversidade negra estão presentes como nos demais segmentos do longa-metragem, porém elas são ainda mais pungente aqui por conta do aspecto geracional e das relações interpessoais. Afinal, a canção não deixa de ser uma homenagem da própria Beyoncé à filha mais velha, Blue Ivy. No entanto, a letra encontra significado maior do que somente o campo maternal.

Em “BROWN SKIN GIRL”, Beyoncé cria um trabalho visual primoroso, sim, mas aqui ela vai mais a fundo. Existe uma energia positiva por todo o vídeo que é simplesmente inexplicável. Claro, as participações especiais de Lupita Nyong’o (a mulher mais linda do planeta, na minha humilde opinião) e Naomi Campbell são ótimas, mas são em momentos naturais/não-ensaiados e que exibem a humanidade por trás de toda essa alegoria visual e técnica, a exemplo da cena em que Beyoncé e Kelly Rowland trocam olhares e começam a rir, que fazem com que “BROWN SKIN GIRL” seja um clipe extraordinário, cheio de esperança e otimismo diante de um futuro incerto e um mundo ainda cheio de preconceitos, violência e desigualdade. É o tipo de arte que nós precisamos. Não porque nega a realidade dura que vivemos, mas porque nos oferece uma sensação de que o amanhã pode ser de fato melhor.

 

 

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Por Rodrigo Ramos

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