Melhores Filmes de 2012

Esta lista foi realizada com bastante cuidado (por isso a demora) e com votos de pessoas que entendem do assunto (confira no final da lista os votantes). Adaptações literárias, super-heróis aos montes, agentes de volta à ativa, reality show em que o prêmio é a própria vida, histórias reais, romances infanto-juvenis, ursinho de pelúcia desbocado, homenagens ao cinema. Os filmes que entraram em cartaz no Brasil entre 1º de janeiro à 31 de dezembro colocaram vários temas em pauta e, de um jeito ou de outro, conquistaram o público. Os principais destaques do cenário cinematográfico de 2012 no Brasil estão listados a seguir.

20 Intocáveis (Les Intouchables)

Direção: Eric Toledano, Olivier Nakache

Este filme francês conquistou o mundo inteiro com muito mérito e se tornou  o maior sucesso de bilheteria da história do país. O longa segue uma fórmula, é claro, mas ele a segue com perfeição. A amizade improvável de um ex-detento com um milionário tetraplégico é conduzida por uma direção competente, risadas, momentos emocionantes e ótimas atuações de François Cluzet (o Dustin Hoffman francês) e Omar Sy.

19 Mistérios de Lisboa

Direção: Raoul Ruiz

O diretor Raoul Ruiz consegue pegar três histórias e fazê-las funcionar em um filme de quatro horas e meia. Se você está disposto a passar uma tarde inteira assistindo ao longa, Mistérios de Lisboa é adaptação do livro de Camilo Castelo Branco e conta sobre uma condessa ciumenta, um homem de negócios rico e um jovem órfão, passando por Portugal, França, Brasil e Itália. A ambientação é um deleite a parte, mas a principal oferta de Mistérios de Lisboa é sua narrativa, que não deixa o espectador pensar em desistir da saga de quase cinco horas de duração. Busca por identidade, manipulações, amor, violência, guerra, traições, vingança. Tem de tudo isso e um pouco mais. É uma obra recheada de temas, mas que acha um foco e transforma a adaptação literária em um filme apaixonante.

18 Shame 

Direção: Steve McQueen

Michael Fassbender é um personagem perturbado e com uma vontade incontrolável: a sede pelo sexo. Seu passado o ajudou a ser assim e a chegada da irmã mais nova (Carey Mulligan) faz com que estas memórias voltem a assombrá-lo. Mas sobre o que se trata mesmo Shame? A película ilustra um retrato da sociedade de hoje de maneira arrebatadora. O vazio, a falta de conexão, os vícios. Shame é um caso raro de cinema que não glorifica o garanhão e não torna o sexo e a nudez em algo sexy. É um filme pesado, atual e necessário.

17 As Aventuras de Pi (Life of Pi)

Direção: Ang Lee

O infilmável livro A Vida de Pi, que conta a história de um menino indiano que fica à deriva num barco com um tigre de bengala, ganha vida pelas mãos do eclético e sensível diretor Ang Lee (O Segredo de Brokeback Mountain, Hulk). Apesar do sentido religioso, isso é o que menos afeta o longa-metragem. Além de saber muito bem como conduzir uma narrativa, Lee cria uma obra visualmente esplêndida. A beleza de As Aventuras de Pi é o que mais chama a atenção, juntamente com o 3D bem empregado – o que é difícil no ramo hoje.

16 Essential Killing

Direção: Jerzy Skolimowski

Vencedor do prêmio especial do juri e de melhor ator no Festival de Veneza, o filme polonês demorou dois anos para desembarcar no Brasil. Ainda assim, valeu a pena a espera. Essential Killing traz a história de um prisioneiro afegão, capturado pelo exército dos EUA. Ele é interrogado, submetido a torturas e é preso. Depois de um acidente na hora de transportá-lo, o protagonista interpretado por Vincent Gallo foge. O longa é sobre a sobrevivência – e a vontade de viver do protagonista. Ação é o que não falta, mas o que se sobressai é a atuação de Gallo e a história deste personagem que entra e sai calado do filme, provando que nenhuma fala é necessária quando se tem um diretor consciente e seguro do que faz por trás das câmeras.

Essential Killing

15 Ted

Direção: Seth MacFarlane

Ironia e boca suja sempre foram marcas registradas de Seth MacFarlane. Por isso, nada nos surpreende sua estreia no cinema. Ted fala sobre as imprudências dos adultos de hoje. Mas em qual sentido? A questão aqui trata sobre aqueles que continuam vivendo uma extensão da adolescência e a vida adulta de verdade, com todas as responsabilidades, ficam em stand by. Este tema lembra o ótimo Jovens Adultos, de Jason Reitman. Mas a diferença aqui é que Ted é um filme debochado, escrachado, excessivo e desnecessário em alguns momentos. Contudo, o mais importante é que a história, do menino deslocado que ganhou de natal de seus pais um ursinho que tem vida própria, é hilária. Do começo ao fim, Ted é insano e as situações, ora constrangedoras e ora geniais, são inéditas no cinema. Afinal, não é todo dia que se vê um urso de pelúcia falando palavrões, bebendo, se drogando e transando.

14 O Impossível (The Impossible)

Direção: Juan Antonio Bayona

O tsunami que aconteceu na Tailândia, em 26 de dezembro de 2004, foi um dos piores desastres naturais da história da Ásia e do mundo. Mais de 120 mil pessoas morreram. Logo, o cenário está longe de ser bonito. É no meio deste desastre que Juan Antonio Bayona (O Orfanato) constrói uma narrativa forte e visceral. Marido e mulher (Naomi Watts e Ewan McGregor) e os três filhos vão passar as férias no país e são jogados no meio desta tormenta e luta pela sobrevivência. Não há a intenção de apontar que eles sobreviveram por algum milagre ou por mérito. É apenas sorte. O longa não trata nem sobre a magnitude da tragédia no geral, mas foca-se na jornada da família para conseguir manter-se viva. O longa vale a pena especialmente pelas atuações de Watts (num papel físico muito complicado e executado com perfeição), McGregor (a cena do celular é de fazer o espectador chorar como um bebê) e o novato Tom Holland, como o filho mais velho.

13 Poder Sem Limites (Chronicle)

Direção: Josh Trank

O recurso de filmagem encontrada já foi utilizado até ultrapassar o limite do bom senso e da falta de criatividade. Até que, enfim, alguém soube o que fazer com esta ferramenta cinematográfica. Josh Trank escala novos atores, que surpreendem em seus papeis, assim como o próprio filme. Apesar de parecer mais um longa-metragem sobre adolescentes fazendo bagunça (como é o caso de Projeto X), Poder Sem Limites caminha por uma estrada diferente, em que a brincadeira inicial dá espaço para uma pegada mais densa, e conforme o relógio passa, o espectador fica ainda mais espantado com esta ficção. Uma das grandes surpresas do ano, Poder Sem Limites sai melhor do que a encomenda e revela um diretor e roteiristas promissores.

12 As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower)

Direção: Stephen Chbosky

Em termos de adaptação literária, As Vantagens de Ser Invisível é melhor, por exemplo, do que O Hobbit (por isso você não está vendo o filme de Peter Jackson nesta lista). Chbosky é um caso raro de autor que consegue dirigir e roteirizar a sua própria obra, das páginas às telas. As Vantagens de Ser Invisível, o filme, consegue ser mais dinâmico, atraente e menos choroso do que o livro. Mas as emoções estão todas ali, intactas, e bem expressadas pelo seu elenco escolhido com precisão para cada papel (Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller). A história não é incrível, mas Chbosky consegue fazer uma das coisas que As Melhores Coisas do Mundo fez: tratar o adolescente como ser humano, alguém tridimensional, e não como um debiloide cheio de estereótipos.

11 Millenium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (The Girl with the Dragon Tattoo)

Direção: David Fincher

David Fincher continua provando ser um dos melhores diretores de sua geração. Os Homens Que Não Amavam as Mulheres é diferente do seu trabalho antecessor, A Rede Social. Nesta adaptação do livro de Stieg Larsson, Fincher capta o espírito do livro e cria um filme cru, inteligente e intrigante. As paisagens são gélidas, os personagens parecem distantes das emoções, a fotografia tem uma tonalidade soturna e a trilha sonora deixa tudo mais denso. Fincher corta o que não é essencial na história literária e se foca nos seus protagonistas ao máximo. O filme é pesado e feroz, um jogo psicológico no meio de um mistério que encobre um segredo macabro. É tudo o que Fincher precisava. Além disso, ele conta com uma atuação precisa de Daniel Craig e uma performance fora do comum de Rooney Mara, numa transformação completa.

10 O Segredo da Cabana (The Cabin in the Woods)

Direção: Drew Goddard

Este filme ficou dois anos na geladeira até ver a luz do dia – e só conseguiu por conta do sucesso que Joss Whedon conquistou ao lançar Os Vingadores. Drew Goddard e Whedon são parceiros da época de Buffy – A Caça Vampiros e aqui resolvem tirar sarro da fórmula dos filmes de terror. Não é um Todo Mundo em Pânico, fique tranquilo. O trash, o gore, a nudez, além dos adolescentes estereotipados do gênero estão presentes na película. A virada da obra pode deixar muita gente de nariz virado para ela, mas O Segredo da Cabana é um longa que diverte, assusta e surpreende o espectador. É criativo e bizarro, algo único e que jamais você verá igual.

9 Os Vingadores (The Avengers)

Direção: Joss Whedon

Depois da salada mista que a Marvel montou nos seus filmes, começando lá atrás, em 2008, com Homem de Ferro, as ligações se conectam em Os Vingadores, um dos projetos mais ambiciosos do cinema. Havia duas opções: ou seria um baita filme ou um fracasso total. Felizmente, Os Vingadores se tornou o melhor longa-metragem feito sob a batuta da Marvel – e uma das maiores bilheterias da história do cinema. Joss Whedon conseguiu reunir diversos super-heróis numa única película e conseguiu dar importância para todos, quase que igualmente. Além de um roteiro amarradinho, Whedon comanda cenas de ação alucinantes e cria situações engraçadíssimas – aliás, é um dos longas mais engraçados do ano. Os Vingadores é uma aventura deliciosa e que mostra que nem todo filme precisa se levar tão a sério para ser bom.

The Avengers

8 007 – Operação Skyfall (Skyfall)

Direção: Sam Mendes

Sem uma ligação tão íntima com os outros longas estrelados por Daniel Craig, 007 – Operação Skyfall leva o agente para um novo nível. Dá pra dizer que este é o primeiro filme de autor da franquia. Sam Mendes (Beleza Americana, Soldado Anônimo) traz elementos clássicos do personagem para a trama, insere o tema central com muita fundamentação (o embate entre o novo e o velho) e cria uma história envolvente. Do começo ao fim, a sensação é de estarmos presenciando o final de uma era. O ponto final parece iminente. Mendes trabalha com esta noção densa, deixando seus traços autorais no filme. O diretor conduz cenas de ação de tirar o fôlego – mas sem abusar na dose – e extrai ótimas atuações de Daniel Craig e Judi Dench, e uma performance sensacional de Javier Bardem, o melhor vilão de James Bond em décadas.

7 Looper: Assassinos do Futuro (Looper)

Direção: Rian Johnson

Mexer com viagem no tempo nem sempre é a melhor coisa a se fazer. Não é qualquer um que faz isso funcionar. Mas Rian Johnson mostrou-se capaz de criar algo original e instigante. Com todos os temas que são colocados em pauta, poderiam ser feitos uns dois ou três filmes, já que eles são muito abrangentes. Johnson cria um roteiro cheio de ideias e consegue dar início, meio e fim para elas, sem deixar furos. Looper ainda tem como atrativo Joseph Gordon-Levitt, em mais uma ótima escolha (a carreira do rapaz fica cada vez melhor). Definitivamente, Looper é uma das melhores ficções científicas dos últimos anos. Bem melhor do que Prometheus.

Looper

6 Argo

Direção: Ben Affleck

Ben Affleck começou a carreira faturando o Oscar de roteiro por Gênio Indomável. Depois disso, foi ladeira abaixo com suas escolhas no cinema, que vão de mal (Pearl Harbor, Demolidor) à pior (Contato de Risco, Sobrevivendo ao Natal). Até que ele ressurgiu das cinzas como diretor. A cada filme, ele só melhora na direção e chega ao ápice de sua carreira com o elogiado e premiadíssimo Argo. Baseado na história real do agente americano que enganou o Irã ao se passar como produtor de cinema para resgatar seus colegas de agência. A história em si já implora para virar filme, então ficava difícil errar. Affleck faz sua obra sem pegar leve sobre a parte política e faz um trabalho primoroso, redondinho, eficiente do começo ao fim, seja na ambientação ou nas atuações. Tem cara, cheiro e sabor de Oscar (e os prêmios dos críticos e o Globo de Ouro estão aí para confirmar).

5 A Invenção de Hugo Cabret (Hugo)

Direção: Martin Scorsese

São poucos aqueles diretores que conseguem fazer bom proveito do 3D. Martin Scorsese é uma dessas raras exceções. Não dá pra imaginar experimentar A Invenção de Hugo Cabret pela primeira vez sem o uso da tecnologia. O diretor a usa para ajudar a contar a história, além de deixar o visual mais arrojado e belo. Os méritos da película ainda vão adiante. A Invenção de Hugo Cabret é uma carta de amor ao cinema. Scorsese presta homenagem ao cineasta Georges Méliès, um dos precursores da sétima arte. O filme é divertido, bem atuado, produzido com perfeição, emocionante e que transforma qualquer pessoa em amante desta maravilhosa arte chamada cinema.

4 Jogos Vorazes (The Hunger Games)

Direção: Gary Ross

Quem esperava mais uma franquia chata, no pior estilo Crepúsculo, se enganou. Jogos Vorazes traz Jennifer Lawrence, mostrando que o seu lugar é mesmo embaixo dos holofotes. Mas não é só isso. A protagonista, Katniss, interpretada por Lawrence, não tem as mesmas preocupações fúteis de Bella Swan. Para Bella, tudo o que ela precisa é ser a mulher de Edward. Para Katniss, as preocupações são bem maiores. Ela precisa caçar e lutar pelo alimento, precisa cuidar da mãe e da irmã mais nova e, por último, colocar sua vida em jogo em prol da sobrevivência da irmãzinha. Esta é a chave. Sobrevivência. Jogos Vorazes fala sobre diversos assuntos. Ele critica a sociedade, a sede por sangue, fala sobre a ditadura, a manipulação dos reality shows. Tudo isso sem perder o foco dos personagens – todos bem desenvolvidos. Aliás, aqui temos uma protagonista feminina que dá orgulho e que as menininhas histéricas poderiam se espelhar. Jogos Vorazes não alivia a barra – afinal, não é sempre que vemos jovens sendo mortos por diversão por outros jovens. Violento, agarrado nas emoções, com adrenalina lá no alto e um elenco afiado, Jogos Vorazes é um dos grandes destaques e agradáveis surpresas do ano.

3 Holy Motors

Direção: Leos Carax

Nos primeiros minutos de Holy Motors não dá pra entender bem qual é a dele. Conforme os minutos passam, você percebe que a ideia é ser o mais louco possível. O longa-metragem francês de Leos Carax se preocupa em mostrar o dia de Sr. Oscar (Denis Lavant). Cada compromisso dele é completamente diferente do outro. Cada um deles possui um gênero diferente. Holy Motors tem comédia, drama, ficção científica, terror. Todos os gêneros se juntam em uma coisa só, mesmo sendo distintas, para mostrar o desgaste da indústria – e, ao menos tempo, mostrar toda a paixão por esta arte. Ele também diz que nós, indivíduos, podemos ter várias vidas, ser vários “alguéns” durante o dia. Holy Motors é constituído de diversos filmes reunidos em um só. Apesar disso, juntos eles são mais coesos do que a maioria dos longas baseados em apenas uma história.

2 Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises)

Direção: Christopher Nolan

Christopher Nolan não só é, como deve continuar sendo lembrado como o cara que ressuscitou Batman nos cinemas. Ele pegou o personagem que havia sido ridicularizado por Joel Schumacher e o transformou em uma figura completamente diferente, digna de ser respeitada. Com dramaticidade, pé no chão e um clima sombrio, Batman se tornou o herói favorito do cinema. O Cavaleiro das Trevas Ressurge coloca o ponto final na trilogia idealizada por Nolan – e faz isso com esmero. Pode não ter uma arrebatadora atuação como a de Heath Ledger no antecessor, mas Nolan sabe qual caminho trilhar para fechar sua obra. O elenco continua perfeito, de Christian Bale às adições de Joseph Gordon-Levitt e Anne Hathaway. O roteiro dá algumas voltas, mas acaba se fechando bem, atingindo o clímax de forma épica. Nolan sabe como fazer cenas de ação marcantes, assim como Hans Zimmer sabe compor trilhas maravilhosas. Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge é um filme que se conecta intimamente com os outros episódios e transforma Gotham City no protagonista. O longa é ambicioso, poderoso, cuidadoso com seus personagens e que encerra esta saga de maneira satisfatória. Vida longa ao homem morcego.

1 Moonrise Kingdom

Direção: Wes Anderson

Wes Anderson é um diretor peculiar e Moonrise Kingdom não poderia deixa-lo de ser também. Ambientado no ano de 1965, o órfão e escoteiro de 12 anos, Sam Shakusky (Jared Gilman), planeja desbravar a ilha em que mora e convoca Suzy Bishop (Kara Hayward) para ir junto com ele. A paixão se desencadeia entre os dois jovens incompreendidos pelos adultos. Anderson desenvolve esta história de maneira delicada. O amor entre os dois é palpável, assim como a relação deles e os diálogos. Anderson trabalha seus personagens com respeito. Cada um tem seus problemas e suas frustrações. As crianças também os têm, mas elas ainda têm esperança e possuem a inocência da infância, perdida cada vez mais cedo nos dias de hoje. O longa trabalha esta inocência de maneira tão convincente que não é possível ver maldade nem mesmo quando os protagonistas estão apenas com roupa íntima, dançando, se beijando e descobrindo o corpo do outro. Moonrise Kingdom é uma obra doce, simpática, estranha e inocente. Anderson constrói um trabalho belíssimo, engraçado, com atuações de alto nível, uma narrativa original, belas cenas, planos criativos, uma trilha sonora deliciosa e uma ambientação irretocável. E não precisa de mais nada. Por unanimidade, o melhor filme de 2012.

Moonrise Kingdom

Fizeram parte desta eleição:
Rodrigo Ramos, estudante de Jornalismo da Univali, assessor da Delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí e apresentador do Programa Sem Nome, na Rádio Univali FM
Max Cirne, jornalista , repórter do Jornal Diário Popular, em Pelotas (RS)
Ewerton Mera, estudante de Letras da UNESP
Roberto Sadovski, jornalista, escreve para o site da UOL e comenta sobre cinema no Tudo a Ver da Rede Record, ex-editor da finada Revista SET
Marcelo Hessel, jornalista, redator e crítico de cinema do site Omelete

Confira também:
Melhores Filmes de 2011
Piores Filmes de 2012

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